CCMF
Programação 2012.pdf
Palestras
Sessão Pipoca
Intervalo
Por: Altair de Andrade *l
Nesse período, muitos espíritos retornaram ao cenário da carne trazendo bagagens diversificadas ao longo do percurso reencarnatório. Alguns serão, no amanhã, as escoras da Casa de Caridade Maria Franc.
Se um pai encarnado desprovido de maior conhecimento estrutura com carinho a estrada em que o filho deve percorrer, com incalculável eloqüência o Pai Celestial, o prestimoso amigo incondicional de todas as horas estrutura Seus projetos de uma maneira fantástica, difícil passar para o papel por me faltar subsídios, termos comprobatórios, coadjuvantes com o projeto.
O nome Casa de Caridade Maria Franc não é uma simples legenda ou ficção é contrato firmado com o Plano Divino, é o socorro e o esclarecimento aos que a buscam.
Por ser referência em seriedade, vimos humildemente reforçar nossos agradecimentos aos encarnados que tão gentilmente atendem nosso chamado colaborando com eficácia no desempenho de cada função.
Temos certeza irmãos de que estão convictos que o espírito imortal necessita de investimentos e esse se concretiza unilateralmente através da Caridade. Os recursos ministrados pelos trabalhadores da Casa expandem-se dia a após dia e não poderia ser diferente, uma vez que a Mentora Espiritual assumiu compromisso.
Seu amor imenso afugenta a noite escura da incerteza ressaltando o Amor imenso do Cristo como bandeira salvacionista para os que ainda não fortalecerem-se na fé que transporta montanhas.
Vinte e seis anos de trabalho ininterruptos.
O homem é bem intencionado, mas nem sempre calcificado por isso não ater-se as advertências recebidas.
A equipe desencarnada consorcia-se com os encarnados formando assim um núcleo seguro de trabalho persistente e equilibrado.
Pessoas idosas estão em toda parte, mas em toda parte não existe o privilegio de receber um Lar União Fraterna.
Perguntar-nos-iam por que privilégios?
Ora irmãos, a resposta é clara e patente!
O incontestável carinho com que está sendo planejado, para que os que adentrem ali tenham uma vida digna de um ser humano que certamente nas várias fases da vida investiu, lutou e sonhou com uma velhice amparada, para que no fim do estágio terreno pudesse recostar numa cadeira macia e dizer sorrindo: plantei flores no jardim da minha existência e hoje as colho.
A mulher na época da procriação recebe os filhos que o Amor de Deus lhe permite, deposita neles a esperança de um porvir risonho, mas quando o peso dos anos curva-lhe o corpo, muitas vezes o investimento que lhe custou alto preço com a renúncia de si mesma, vê abafado a expectativa de um futuro promissor.
Aí vem a decepção, o desalento, a dor e aflição disfarçada na falta de tempo dos filhos ou de um lugar apropriado para acolhê-los.
O idoso quando lúcido capta que está sendo descartado como algo imprestável e sofre.
Diante desses vendavais, o idoso com o coração dilacerado ainda encontra forças no íntimo de sua alma e arruma desculpa para o filho ingrato.
Por tudo isso amigos e muito mais, a direção da Casa de Caridade Maria Franc conta com seu magnânimo apoio na construção do grande sonho Lar União Fraterna.
Esquecer o idoso é se candidatar ao esquecimento!
Psicografia: Nadir Paes Viana
Sessão pipoca
A próxima sessão será no dia 04/03 (domingo) , às 17 horas , com a apresentação das três Revelações com o Palestrante Haroldo Dutra. (DVD com 55min).
As três Revelações
" O reino dos Céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três latas de farinha, até estar toda fermentada (a massa)"
Você conseguiria conceber que por trás da parábola do fermento, anotada pelos evangelistas, existe um código, uma revelação extraordinária?
Qual seria o significado das três medidas? Porque o fermento? Uma mulher? Qual o ensinamento implícito nesta parábola?
Haroldo, nesta palestra, nos orienta a perceber que existe uma profunda e sábia interligação através dos tempos entre: o legislador hebreu, o Cristo e o Espiritismo....
Algumas sessões apresentadas:
As sessões serão exibidas na Casa de Caridade Maria Franc.
Exposição Doutrinária (domingo)
Expositor: Marinéa (EE Jesus de Nazaré)
Assunto: Depressão e Melancolia
Expositor: Lucimar (CCMF)
Assunto: Depressão e Obsessão
NÃO HAVERÁ EXPOSIÇÃO DOUTRINÁRIA
Expositor: Márcia Valéria (CCMF)
Assunto: Depressão e Perdas de Entes Queridos
Exposição Doutrinária (quarta-feira)
Expositor: Nadson (CCMF)
Assunto: Comportamento durante a prelação e depressão e ansiedade
Expositora: Adaísa (CCMF)
Assunto: Depressão e Tormentos da Alma
Expositora: Gilceia (GE Joana de Ângelis)
Assunto: Tema Livre
Expositor: Júnior Freitas (CCMF)
Assunto: Depressão, raiva e ressentimento
ALMOÇO FRATERNO
O nosso primeiro almoço deste ano acontecerá no CRIATIVA Salão de Festas e teremos além da saborosa comida muita música ao vivo, poesias e sorteios de muitos brindes.
Data: 25 de março
Cardápio: Rocambole
Local: CRIATIVA Salão de festas
Rua Ricardo Quitete, 148 Jockey
Se você desejar convites, faça a aquisição pelos telefones (22) 2722-3641 - 9859-5562 ou por e-mail: contato_ccmf.org.br
ENCONTRO FRATERNO
VOCÊ É O nosso CONVIDADO ESPECIAL
Dia: 04/03 (domingo) A partir das 18 horas - Após a Sessão Pipoca
Local: Casa de Caridade Maria Franc
A Casa Espírita é local de confraternização dos amigos, portanto compareça para vivenciar momentos aprazíveis, com muita alegria.....
Teremos músicas, brincadeiras e para distrair um bom salgadinho.
Se você faz parte da FAMÍLIA MARIA FRANC, então você já está convidado
Entrada Franca!
ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA (ESDE)
O ESDE é um curso composto de vários níveis onde se segue o roteiro contido em apostilas elaboradas pela FEB. Iniciaremos este ano com dois níveis (Nível I e II).
O Nível I comportará os companheiros que ainda estão com pouco conhecimento doutrinário e o Nível II será para os companheiros que já estão estudando a Doutrina.
ESDE - Nível II
Às segundas-feiras, às 19 horas - Com Luciano Soares
ESDE - Nível I
Às quartas-feiras, às 18h30min - Com Flávio Farias
Ouça Músicas Espíritas
Nossos Parceiros
ARTIGOS
Em Sintonia - 53 - 01 Fev 2012.pdf
No recinto doméstico
Espírito: André Luiz
Psicografia: Francisco Cândido Xavier
Bondade no campo doméstico é a caridade começando de casa.
Nunca fale aos gritos, abusando da intimidade com os entes queridos.
Utilize os pertences caseiros sem barulho, poupando o lar a desequilíbrio e perturbação.
Aprenda a servir-se, tanto quanto possível, de modo a não agravar as preocupações da família.
Colabore na solução do problema que surja, sem alterar-se na queixa.
A sós ou em grupo, tome a sua refeição sem alarme.
Converse edificando a harmonia.
É sempre possível achar a porta do entendimento mútuo, quando nos dispomos a ceder, de nós mesmos, em pequeninas demonstrações de renúncia a pontos de vista.
Quantas vezes um problema aparentemente insolúvel pede tão somente uma palavra calmante para ser resolvido?
Abstenha-se de comentar assuntos escandalosos ou inconvenientes.
Em matéria de doenças, fale o estritamente necessário.
Procure algum detalhe caseiro para louvar o trabalho e o carinho daqueles que lhe compartilham a existência.
Não se aproveite da conversação para entretecer apontamentos de crítica ou censura, seja a quem seja.
Se você tem pressa de sair, atenda ao seu regime de urgência com serenidade e respeito, sem estragar a tranquilidade dos outros.
Livro Sinal Verde
Laços de família
Por: Leda Maria Flaborea
Os laços familiares não são obras do acaso.São o cumprimento da Lei de Causa e Efeito,que representa o dever da responsabilidade que temos sobre nossa conduta, seja através de atos, palavras ou pensamentos, que une esses seres no presente impelidos pelas causas do passado.
Por essa razão, temos famílias nas quais vige o desentendimento entre seus membros, famílias em que a harmonia impera entre seus membros e famílias em que existe, às vezes, um indivíduo que destoa dos demais membros.
Com vistas à Lei do Progresso da qual nada nem ninguém escapa os seres se reúnem para saldarem as dívidas de uns para com os outros. Muitas vezes, tentamos fugir desses débitos, mas não adianta, porque seremos sempre constrangidos a liquidá-los com nossos credores. Mais cedo ou mais tarde, estaremos juntos a eles no cumprimento dos desígnios divinos.
Por esse motivo, a equipe familiar, no mundo, nem sempre é um jardim florido. Na maioria das vezes, é um espinheiro de preocupações e de angústias que exige, de cada um de nós, um grande número de renúncias e sacrifícios, que nem sempre estamos dispostos a fazer. Então, mais uma vez, é preciso lembrar que seremos chamados a prestar contas das nossas atitudes despóticas dentro do lar, da nossa intolerância, da nossa negligência para com os seres que foram colocados ao nosso lado, da nossa intransigência em não aceitar as diferenças nas formas de pensar e agir, numa guerra psicológica surda, que pode ter conseqüências dolosas para os seres mais frágeis que compõem o grupo familiar e a quem deveríamos dar proteção. Seremos, sim, chamados a responder pelo que fizermos aos nossos filhos, aos nossos pais, aos nossos companheiros de jornada.
Todos os parentes, sejam eles consangüíneos ou afins, começando pelos nossos pais, são obras de amor que Deus nos deu a realizar. É preciso ajudá-los, amparando-os, através da cooperação, do carinho, atendendo aos desígnios da fraternidade, lembrando que a caridade começa em nosso lar. Nossos pais, por exemplo. A lei humana exige sob pena de responsabilidade penal que eles sejam assistidos em suas necessidades, sobretudo se impedidos de conseguir seu próprio sustento. E o que fazemos? Nós os colocamos nos menores quartos, dando somente e estritamente o necessário, sem nos lembrarmos dos pequenos gestos, que tanto aquecem o coração. Isso quando não os forçamos a trabalhos domésticos, como forma de pagamento por aquilo que lhes é de direito − nosso dever de cuidado.
Mas, a lei moral que nos alcança, além da lei humana, orienta-nos sob pena de sermos chamados à responsabilidade diante das Leis Divinas a cuidar deles em atenção às suas necessidades, inclusive, e, principalmente, as afetivas.
A Instrutora Espiritual Joanna de Ângelis lembra esse nosso dever com a seguinte frase: não percas a oportunidade de semear dentro de casa, porque ela é a primeira escola de amor onde somos colocados para aprender a amar.
Um exemplo que podemos destacar são os déspotas domésticos: pessoas dóceis fora de casa e que criam o terror dentro dela, fazendo com que sejam temidos por criaturas que deveriam amá-los. Tristes figuras essas que dizem orgulhosos: em casa sou obedecido, porque todos me temem, porque poderiam acrescentar a essa frase: e também sou odiado.
O lar é uma praia estreita que nos dá condição, através das vivências que ali experimentamos, de servirmos com êxito no futuro - no mar alto das grandes experiências. É preciso aprender no pouco para experimentar no muito com maior segurança.
Assim, o exemplo que cada um de nós dá no ambiente doméstico passa a ser o adubo que vai propiciar o desenvolvimento de valores positivos ou negativos nesse meio, fortalecendo ou não atitudes que poderão, mais tarde, comprometer, diante das Leis de Deus, o processo evolutivo dos Espíritos envolvidos nesse processo de reajuste reencarnatório. Sob esse prisma, podemos entender, então: 1 que uma família não se mede pelo número de membros que a compõe ou pelo tempo que essas pessoas passam juntas; 2 que não é um ato religioso ou civil que forma uma família, mas o sentimento que une essas pessoas e que dá sentido à palavra família. Desse modo, cabe uma pergunta que Kardec fez aos Espíritos superiores: A família acaba com o desencarne de seus componentes? E os Benfeitores responderam que quando o sentimento que une essas pessoas é verdadeiro, baseado no amor, no respeito, no companheirismo de uns para com os outros, ela sobreviverá além da vida material. Esses laços são fortes e mais se consolidam no plano espiritual. Encontram-se lá e reúnem-se de novo para outras tarefas na vida material. Temos aí as famílias harmoniosas.
Bibliografia:
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo O Espiritismo, Cap. 14.
Obra do Berço
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